Edltraud Zimmermann

Brasileira, nascida no Braço do Baú, localidade de Ilhota (SC), foi ainda pequena para o Rio de Janeiro levada por sua tia Lolita que a criou e educou, onde fez seus primeiros estudos. Em 1956 mudou-se pra São Paulo onde se casou em 1962 com Nilton Soares Fonseca, tendo cinco filhos. É formada em técnica de jornalismo, taquigrafa, datiloscopista formada na Escola de Polícia Técnica de São Paulo.

A autora publicou mais de 20 obras, além de participações em livros de outros autores e coletâneas. Entre seus livros, três registram a história do município indaialense: Indaial, cidade das plantas e das flores; Indaial, prazer em conhecê-lo; e Vida e obra dos prefeitos de Indaial.     

A partir de 1981 quando de sua aposentadoria como economiária iniciou sua carreira de escritora já com vinte e três títulos editados e participações em vários jornais do país, em coletâneas nacionais e internacionais. Viúva, em 1986 voltou para sua terra natal, agora para o município de Indaial, onde em 04 de maio de 2001, recebeu o título de “Cidadã indaialense“, e em 24 de outubro de 2014 tomou posse da cadeira 03 da Academia de Letras do Brasil – Seccional Indaial.
Na década de 80 foi membro da UBE de São Paulo, tem participações na Bienal do Livro, uma de suas participações com a Edições Paulinas com sua obra “Portas que se Abrem“, teve uma de suas obras adaptada para a telenovela da Rede Globo de Televisão “Jornada de Amor “(1982).

Homenageada em três ocasiões em Brasilia sendo laureada com as Medalhas Revista Brasília de Brasília, Medalha D’Almeida Vitor e Medalha do Centenário de Juscelino Kubitschek na mesma década (90).
Convidada nos anos 2000 pela radialista Cristina Laemmel para apresentar um quadro no programa diário na Rádio Clube de Indaial, com o título “Mulheres”, levando ao conhecimento dos ouvintes histórias de mulheres que tiveram projeção mundial.
Contribui com crônicas mensais nas conceituadas revistas: “Revista Escritores do Brasil e Suplemento Literário a Ilha “ambas do escritor Luiz Carlos Amorim.